Soneto da plenitude

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O amor que por muitos já foi sentido
O amor que por poucos foi encontrado
O amor que bem nos serve como abrigo
Por almas pobres não pode ser alcançado

Na mente insana geralmente é retido
O sentimento que nunca foi explicado
Na explosão de emoções não é contido
Com o desprezo de amar e não ser amado.

Na plena simplicidade o amor vem,
Em almas puras não corrói, só se mantém.
Para sempre fica em quem o receber

No silêncio ele penetra e infunde o bem
Só se aprofunda em quem o preza, em quem o tem;
E só acaba se a morte o aquecer.

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⏰ Last updated: Jun 06, 2017 ⏰

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