Niklaus Mikaelson, o híbrido original que todos temem e o homem por quem eu estava caidinha. E ele também sentia atração por mim, mas nunca fez nada, então eu decidi que faria ciúmes para ele.
Eu estava no Mystic Grill com meus amigos e ele estava com os irmãos. Eu sei que não deveria, mas coloquei meu plano em ação, um cara que estava no bar ofereceu me pagar um drink e eu aceitei. Pouco tempo depois fomos dançar, de longe pude ver Klaus nos olhando, não sabia decifrar o que ele estava pensando, mas com certeza estava com raiva.
- Eu vou no banheiro. - falei pro cara que assentiu e continuou dançando.
Entrei no banheiro e comecei a retocar minha maquiagem, escutei a porta abrindo e vi o reflexo de Klaus no espelho.
- Você não deveria estar aqui. - falei para ele.
- E você acha que pode me fazer ciúmes e não ter consequências? - ele perguntou
- Por que você acha que eu estaria fazendo ciúmes para você? Nós não somos nada. - respondi fria.
- Eu sei que você me quer tanto quanto eu te quero.
- Você está errado, amor. - falei e sai do banheiro.
De volta a pista voltei a dançar com o cara, aos poucos ele foi me levando pro canto do bar, quando percebi ele tentava me beijar.
- Desculpa cara, não vai rolar. - falei tentando me desenrolar de seus braços.
Ele me segurou mais forte e tentou subir minha saia, aproximando mais nossos rostos.
- Para. - falei mas ele continuou tentando. - Eu falei PARA!
Nesse exato momento Klaus apareceu, socando o rosto do babaca e fazendo ele cair no chão.
- Quando uma dama diz não é não. - falou com o homem que saiu correndo dali. - Tudo bem? - ele direcionou a pergunta para mim.
- Sim, obrigada, de verdade. - agradeci o abraçando.
Ele pareceu surpreso no começo, mas logo retribuiu o abraço. Olhei em volta e percebi que meus amigos já tinham ido embora. Ótimo, me deixaram sozinha.
- Eu te levo pra casa. - Klaus ofereceu.
Assenti e fomos andando. No meio do caminho decidimos parar em uma sorveteria que ficava aberta até tarde.
- Duas casquinhas de chocolate com pistache. - falei para a moça. - Você vai amar esse sabor, é a especialidade da casa. - direcionei para ele.
Klaus sorriu em resposta, então nossos sorvetes chegaram. Paguei e continuamos nosso caminho.
- Você estava mesmo certa. - falou em relação ao sorvete.
- Eu tinha certeza. - respondi rindo quando Klaus sujou o queixo com sorvete. - Aqui, deixa que eu limpo.
O clima entre nós estava leve e descomplicado, mas enquanto eu passava o guardanapo no queixo de Klaus ele não parava de me olhar. Então ele arriscou me beijar.
Fui pega de surpresa e descolei nossos corpos rapidamente.
- Eu sinto muito, pensei que.... - ele falou mas logo o interrompi voltando a beijá-lo.
Quando o beijo acabou voltamos a tomar nossos sorvetes e retomamos o caminho, chegando em minha casa o convidei para entrar. Passamos horas conversando, quando percebi já estava amanhecendo.
- Vou preparar um café pra gente. - falei indo em direção a cozinha e separando as coisas.
Ele me seguiu e se sentou na bancada, eu sabia que ele estava observando cada movimento que eu fazia. Estava ficando evergonhada com seu olhar então puxei conversa.
- Você estava certo no bar. - falei e ele pareceu confuso. - Eu estava mesmo tentando te fazer ciúmes.
Ele sorriu em resposta, então continuei.
- Eu realmente te quero, Klaus Mikaelson.
- Não mais do que eu te quero. - ele respondeu indo em minha direção e me beijando.
Uma batida na porta nos interrompe. Me separo dele e vou ver quem estava atrapalhando nosso beijo.
- Stefan? - pergunto quando vejo meu melhor amigo.
- S/n, que bom te ver. Matt me disse que um cara estava passando dos limites com você. - ele para de falar quando percebe o híbrido em minha cozinha.
- Não se preocupe Stefanzinho, eu cuidei dela ontem. - responde Klaus provocando-o.
Ainda bem que meu melhor amigo era paciente, se fosse o irmão já teria corrido pro pescoço de Klaus.
- Ele está certo, Klaus me ajudou ontem.
- Parece que foi mais que isso. - Stefan fala me deixando constrangida. - Ele passou a noite aqui?
- Sim, mas infelizmente não do jeito que você está pensando. - Klaus respondeu.
- Nós ficamos conversando durante a noite, não se preocupe Stefan, eu estou bem.
- Tudo bem então. - falou e eu o acompanhei até a porta. - S/n, você sabe que quero te ver feliz, mas tinha que ser justo com ele? - perguntou me fazendo rir.
- Olha eu sei me cuidar muito bem, e o Klaus não é tão ruim quanto você pensa. - respondi em defesa do híbrido.
- Confio em você. - ele respondeu beijando minha testa e saindo de casa.
- Pensei que ele não ia embora. - Klaus falou quando fechei a porta.
- Sem drama. - falei juntando nossos lábios.
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