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Teclas o piano
No céu azul
Um ciclo de cores
O mar em ciano
No firmamento
Arco ires incolores
De ano em ano
Vejo tu face
a me perturbar

Sopras a flauta
No rosado entardecer
Degradê de sensações
Tua imagem meu ego exalta
Espalha emoções
No terrível anoitecer
Minha alma está exausta
De pela tua
Procurar

Dedilhar a harpa
Na brusca madrugada
Choro aparências
Em teus dedos a farpa
Das minhas inseguranças
E poesia nunca faladas
Pelo rio a grande carpa
Que tu iludiste
Com notas cantadas
Que buscam
Me fuzilar

Choras o violino
No doloroso amanhecer
Da vontade de ser
Teu traços poéticos, finos
No dorso da estrela a ceder
Da vontade de ser
Desejo impuro, cretino
Fazem minha vida morrer
Pela vontade de ser
Teu, ao menos uma vez
Sonhar

Os Versos de OutonoWhere stories live. Discover now